E torresmos, pode vender-se no estrangeiro?

by offarinha

Procuradora-geral da República admite novas acções para travar venda da colecção Miró. Esta senhora preside a uma seita que se tem notabilizado por ocupar os seus vagares sobre que maternidades devem ou não encerrar, onde devem ser construídas estradas, o que fazer a cães que matam crianças, e outros casos relevantíssimos que permitem legitimamente questionarmo-nos acerca da sua concepção da separação de poderes e, sobretudo, acerca do conteúdo das cabecinhas que por lá pontificam. Curiosamente, ou talvez não, esta urgente preocupação com o destino dos Mirós não tem sido proporcionalmente acompanhada com a de deduzir qualquer acusação contra os figurões que congeminaram a sua compra. E já lá vão anos…

A PGR não se dedica ao combate ao crime e à corrupção. Entretem-se, e entretem a populaça, com umas vagas acusações pífias e inconsequentes que raramente chegam a resultados consistentes com o alarido inicial. Agora, de braço dado com os camaradas socialistas, o que já vem sendo habitual, dedica-se a definir o que é património nacional. Aqui, a urgência que falta noutros assuntos, é imensa! Mas convém, por questões de coerência, não ficar pela superfície. A dra. Vidal deve começar a constituir uma lista para evitar qualquer futuro deveaneio de alienação. Propomos que comece pelos torresmos.

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