O democrata instantâneo, como o pudim flan

by offarinha

Baptista-Bastos é um daqueles péssimos escritores que sempre flutuaram à conta de uma coisa designada por anti-fascismo e que, vá-se lá saber porquê, parece continuar a impressionar a inteligência (?) indígena. A sua carreira como jornalista também se alimentou da mesma falsificação. Nunca escondeu o seu entusiasmo com os amanhãs que cantavam quando o estalinismo fornecia a letra e a música e, depois, quando foi conveniente, manteve uma atitude dúplice e cobarde que lhe foi garantindo os proventos e a continuidade na exposição pública.

Neste artigo, Baptista-Bastos mantém-se igual ao que sempre foi, um vómito menor.

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